terça-feira, 24 de março de 2009

MATERIAL PARA CATEQUESE

O site www.catequisar.com.br oferece a todos os catequistas os mais diversos tipos de materiais para utilizar nos seus encontros. Clique no link abaixo e confira. Eu recomendo!!!

http://www.catequisar.com.br/apostilas_diversas.htm

segunda-feira, 23 de março de 2009

Quaresma: a busca de um novo homem

Quaresma, período de penitência e preparação para a festa mais importante da fé cristã, a Páscoa. Embora seja um tempo penitencial, não é triste e depressivo, como muitos pensam. Trata-se de um tempo especial de purificação e de renovação da vida cristã para poder participar em plenitude e com mais alegria do mistério pascal de Cristo.

Durante quarenta dias somos convidados à experiência do deserto vivido por Jesus na tentação. O deserto, apesar de nos trazer a figura do sofrimento e da penúria, remete-nos à esperança de renascermos para uma vida nova, assim como o povo de Israel que, após a libertação da escravidão no Egito, chegou à Terra Prometida.

A Quaresma nos chama à renovação, conversão e “morte ao pecado”, para que possamos ressurgir para uma vida nova com Cristo na sua Páscoa. As cinzas, recebidas no início da Quaresma, são usadas como sinal desse arrependimento e luto pelo pecado. Dessa forma, reconhecemos que somos todos igualmente pecadores e pedimos ao Senhor a graça da conversão, a fim de mudar nossa vida pessoal e social.

A Igreja recomenda aos cristãos três principais obras de misericórdia que, de modo especial na Quaresma, devem ser praticadas frequentemente: a oração, para o recolhimento e proximidade com Deus; o jejum, renúncia alegre do supérfluo, como forma de ser solidário com aqueles que não têm o necessário; e a esmola, não de forma mesquinha de quem dá o que sobra, mas no sentido bíblico de ter amor e compaixão pelos excluídos e injustiçados. Esses gestos não podem fazer parte do nosso cotidiano como um mero costume ou formalismo, pois acabariam perdendo seu real significado, o de serem um método a serviço da vida, uma forma de possibilitar o encontro do homem consigo mesmo, com Deus e com os outros irmãos.

Como diz o documento “Sacrosanctum Concilium”, do Concílio Vaticano II, “a penitência do tempo quaresmal não seja somente interna e individual, mas também externa e social.” (SC, 110) Por isso a Igreja no Brasil organiza todos os anos, durante o tempo da Quaresma, desde 1964, a Campanha da Fraternidade que focaliza um aspecto de nossa vida em sociedade em que a fraternidade não está sendo vivida, a fim de que, como cristãos, possamos contribuir para que a humanidade alcance este objetivo. Este ano, ela tem como tema “Fraternidade e segurança pública” e como lema “A paz é fruto da justiça”.

Por ocasião da Quaresma, são retirados das celebrações litúrgicas os cantos de Glória e de Aleluia, que manifestam alegria e regozijo para dar lugar a um clima de maior recolhimento e penitência. Pelo mesmo motivo, o ambiente das igrejas requer sobriedade e despojamento não se usando flores nem outros enfeites para orná-lo.

A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Esse caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em nossos corações, afastando-nos de tudo aquilo que nos separa do Plano de Deus e, por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.

Reflitamos a palavra de Cristo que nos diz: “Não se coloca vinho novo em odres velhos; do contrário, os odres se rompem, o vinho se derrama e os odres se perdem. Coloca-se, porém, o vinho novo em odres novos, e assim tanto um como outro se conservam.” (Mt 9, 17) Portanto, para que a Páscoa seja vivida com toda a sua riqueza espiritual, a Quaresma deve ser vista como um meio de conversão, uma proposta de caminhada em busca do nascimento de um homem novo.

Emanuel Costa Arantes é postulante da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

(Texto Extraído do site www.catequisar.com.br)

Espírito Penitencial

Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
ARCEBISPO METROPOLITANO DE JUIZ DE FORA, MG.

Falar em penitência nos dias de hoje soa anacrônico, coisa do passado. Depois de mais de três séculos do domínio da razão já chegáramos a um estágio da civilização, a uma sociedade científicamente estruturada.

O desenvolvimento e o progresso geraram uma riqueza incomensurável e a ciência desvenda o infinito do espaço e desce às profundezas do microcosmo. O mistério da vida é pesquisado e novas descobertas prolongam a vida humana na superação das doenças. O conhecimento se universaliza nas redes da internet.

Como se falar em penitência diante de uma consciência de vitalidade e de poder? Isto é coisa do passado, quando se sentia a fragilidade do ser humano e a inconsistência dos recursos.

Mas, eis que, quase repentinamente, esta civilização que se moldava pelo ganho, tudo transformado em mercadoria e que desconhece a proximidade do pobre que está a seu lado em multidão, desaba.

Quando éramos criança, gostávamos de fazer bolas soprando a água com sabão e disputávamos sobre quem as fazia maiores a refletir na sua esfera as cores dissociadas da luz, as cores do arco íris. E vendo-as navegar ao vento no pequeno espaço torcíamos para que não se arrebentassem logo.

Assim também o mundo inteiro da economia. Era uma imensa bola de sabão que pensávamos definitiva. Móvel de todo o progresso e do desenvolvimento, sustentava todo o custo das experiências e avanços da técnica e da ciência. Todo o bem-estar social. E, de hora para outra, é a crise.

E vamos ter de conviver com ela, por quanto tempo? E com suas mazelas de queda da produção, de quebras, falências e de desemprego. E tudo isso junto com a desonestidade e a malícia do coração. Vejam: o socorro com o dinheiro público, deslavadamente vai para o bolso de uns poucos como gratificação em empresa falida!

Diante do quadro que já bate às nossas portas, sentimos a efemeridade das construções do homem. Não que não haja soluções de reconstrução. Mas estas serão sempre marcadas pela transitoriedade, pois limitada é a razão humana, apesar de sua constante evolução, o que por si só comprova sua limitação.

O fundamento do espírito penitencial é a consciência de que não somos absolutos e onipotentes. Que reside em nosso coração a raiz do Mal, o orgulho e a soberba herdados de nossos primeiros pais que tentaram ser iguais a Deus, como nos relata o Livro sagrado.

A reconciliação do homem passa pela humilhação de Cristo, que, sendo Deus rebaixou-se à condição mortal e se entregou ao sacrifício e à morte. Sua paixão redime o homem e só ela é suficiente para a salvação.

Mas, esta redenção, oferecida a toda humanidade, respeita a nossa liberdade.

Exige a conversão, a renúncia ao pecado e às concupiscências que a ele conduzem. Um esforço para erradicar de nosso coração, dos coração da humanidade, a raiz do Mal.

Este esforço é penoso. Como o do próprio Cristo, que tendo assumido a nossa condição, teve de passar pelo sofrimento e pela cruz. Esse caminho é também o nosso se quisermos segui-lo

Como ensina São Paulo, temos que suprir o que falta ao sacrifício de Cristo, isto é, pelo sofrimento na luta contra nossas paixões e vícios.

Na carta ao Coríntios, o mesmo Apóstolo nos concita a este combate, exemplificando com os que lutam nos estágios. Eles batalham, de tudo se abstêm para conseguirem uma glória passageira, de alguns minutos no topo. Nós, porém, buscamos a vida eterna.

Pela penitência, nascida do coração e santificada pela união mística com o sofrimento redentor, podemos caminhar na direção da pátria definitiva.

No último capítulo do pequeno livro da Imitação de Cristo, livro II, o autor nos mostra que não há outra via para a realização em nós do mistério da redenção, senão o “caminho real da santa cruz.

Por mais avançada que seja a civilização ela nunca será perfeita. Temos que dela usar, mas nela não por a esperança. A nossa esperança, como a de todo o Universo, só pode se concretizar quando tudo subordinarmos ao império de Cristo (Rom 8,18-25), que, por sua morte destruiu o pecado e em Quem triunfaremos pela sua Ressurreição.

(Texto Extraído do site www.catequisar.com.br)

Vocação do catequista

Por: Jairo Coelho
Seminarista da Diocese de Santarém-PA Estudante de Teologia e Jornalismo Coord. de catequese
Paróquia Sant'ana - Belém-PA
E-mail: jairo.coelho@hotmail.com

“Deus é tão bom que sempre nos dá uma nova oportunidade”. Ouvi esta frase outro dia quando ia ao Instituto onde faço o curso de Teologia. Durante o percurso fui refletindo sobre o chamado que Deus faz a cada um de nós, sobre a nova oportunidade que Ele nos dá a cada dia. De fato, Deus não dá segunda chance, Ele dá uma nova chance. Quando alguém dá uma segunda chance a outra pessoa, pode ser que não dê uma terceira, e aquela seja a última oportunidade que o outro tem de acertar. Com Deus a coisa é diferente, Ele não se cansa de dá uma nova oportunidade, porque o seu amor é ilimitado. Eis, portanto, a missão do catequista: anunciar com palavras e, sobretudo, ações, o amor infinito de Deus.
De fato, é esse amor que nos impulsiona na missão a nós foi confiada. O catequista, portanto, deve ser um especialista no amor, porque é alguém que teve um encontro pessoal com Jesus Cristo e é comprometido com o seu projeto de construção e edificação do Reino.
O catequista é chamado a ser testemunha de Jesus Cristo. Testemunhar não significa discursar sobre, mas viver intensamente o Evangelho configurando-se Àquele que primeiro nos amou e nos escolheu: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15, 16). Não se pode anunciar aquilo que ainda não se experimentou. O catequista precisa ter essa consciência de que a missão não é mérito seu, mas lhe foi confiada. Não se trata de realização pessoal, mas algo muito maior, ou seja, o catequista é um eleito de Deus para exercer esta vocação específica no seio da Igreja. Vocação esta que não pode ser vivida fora do contexto do amor.
Infelizmente existem muitos catequistas que estão sempre reclamando de tudo e de todos, principalmente de seus próprios catequizandos, “ninguém quer saber de nada...”. Vivem dando ultimatos às crianças e adolescentes: “se vocês não fizerem vocês vão vê...”. Com freqüência ameaçam abandonar a pastoral, “só vou ficar mais este ano, porque já não agüento mais...” e por aí vai. Não são felizes! O catequista não pode ser alguém infeliz.
Na Carta aos Gálatas encontramos o resumo de como deve ser a vida do catequista: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2,20). Os catequizandos precisam enxergar isso nos seus catequistas, através de suas ações e não apenas de suas palavras. O catequista precisa deixar-se seduzir a cada dia por Deus e envolver-se por seu amor infinito, ao ponto de já não viver por si mesmo, mas por Cristo.
Desta forma, encarnando o Evangelho em sua vida, o catequista conseguirá atrair os seus catequizandos para Cristo, numa adesão incondicional ao projeto de Jesus. E sua alegria será infinita, porque sabe que apesar das suas limitações Deus continua agindo no mundo por meio dele, oferecendo sempre uma nova oportunidade à humanidade.

(Texto Extraído do site www.catequisar.com.br)

sexta-feira, 20 de março de 2009

Escolhe, pois, a vida!
Por: Seminarista Sebastião Gustavo Siqueira de Andrade
Diocese de Santarém Curso filosofia e Ciência da Religião
E-mail para contatos: gustavocarariaca@hotmail.com


A doutrina cristã faz-nos compreender o valor da vida, “Eu vim para que todos tenham vida” diz Jesus. Agora, que Igreja católica se posicionou contra a pesquisa com células-tronco embrionárias, todo crítico à sua doutrina julgam-na conservadora, aquela, cujo desejo é atrapalhar o “desenvolvimento” da ciência. A Igreja católica quer elucidar que há vida humana a partir da concepção.

Por isso, quando em 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fontelles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que protege o direito à vida e indica a igualdade de todos perante a lei, a Igreja católica o apoiou, e continua apoiando àqueles que desejam o respeito da ciência pela vida de embriões humanos.

É interessante, portanto, analisar a opinião de pessoas que ainda não compreenderam a real participação da Igreja católica nessa empreitada a favor da vida. Diversos críticos dizem que estamos voltando à Idade Média, sobretudo, à Santa Inquisição. Somente que a Igreja não é tutora desse projeto, mas por ter doutrinas similares a ele luta contra a pesquisa com células-tronco embrionárias. Ou seja, ela não se eximiu do papel de Igreja de Cristo, Igreja esta que tem a incumbência e o dever de anunciar aos homens um Reino de justiça e paz. Numa justiça, portanto, que é geradora e promotora de vida e dignidade.

Somos católicos, e o povo católico não deve inibir-se diante de situações que abalam a fé e dignidade da pessoa humana, no caso, a desvalorização à vida em sua concepção. A vida deve ser dignificada da concepção à sua morte natural.

Um jovem da ala esquerda marxista ao escrever um artigo contra a posição da Igreja católica diz que: “O embrião ainda não é considerado vida”. No entanto, ao dar prosseguimento ao desenvolvimento de seu pensamento, diz que “as células-tronco embrionárias podem dar vida a outras pessoas”. Pobre argumento, que sem perceber a qualidade das premissas de seu argumento, afirmou que no embrião há vida.

Todos têm direito de pensar, de opinar, de decidir, de sonhar. A igreja católica conhecendo o amor de Deus, que gera vida, quer que a humanidade, e, em especial, a sociedade brasileira seja defensora de vida. Por isso, como lema, a CF-2008 pede-nos: “Escolhe, pois, a vida!” (Dt 30, 19b), não uma vida mesclada pela ignorância, arrogância e insensibilidade do coração humano, mas uma vida amada em sua totalidade.

(Texto Extraído do site www.catequisar.com.br)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Música - Sem Você - Rosa de Sarón

Show de bola a nova música do grupo católico Rosa de Sarón! Vale a pena conferir...(CLIQUE AQUI)

Olá Amigos, Paz e Bem

A partir desta data, estou disponibilizando um blog para quem gosta de compartilhar mensagens, textos, imagens, músicas e tudo que tem a ver com Deus e com o projeto Dele. Eu como Catequista ficarei muito feliz em ver que este blog estará, de alguma forma, nos unindo em torno de Cristo, pois este é o meu objetivo.

Um forte abraço do amigo

Roberto Garcia

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