sábado, 24 de dezembro de 2011

Reflita…

Você acharia certo se, o aniversariante não fosse convidado para sua própria festa de aniversário?
Não esqueçamos o verdadeiro sentido de se comemorar o Natal! Mais importante do que o Papai Noel, os presentes ou a mesa farta, é louvar e agradecer a Deus por ter nos dado Jesus como irmão!
Pense nisso!!!

Um Abençoado Natal a todas as Famílias!!!




Milagre de Natal

Quero neste Natal
Desejar não somente que tenha muitas felicidades neste dia
Mas sim que Milagres te dominam,
E te faça perceber que Natal
Não está somente na virada do dia 24 de Dezembro para o dia 25,
Mas está em todos os dias do ano.
Nesta virada está apenas a concretização de todos os desejos
Feitos durante todo o ano que se passou.
A noite de Natal é fantástica
A cidade fica toda iluminada,
As pessoas sorridentes,
E em instante tudo fica em paz...
O Milagre do Natal
Está no nascimento de nosso salvador
Jesus Cristo,
Ele com toda certeza não deseja um único instante de paz,
Mas deseja que todos tenham um milagre dentro de si.
O céu se ilumina,
Em homenagem a este dia tão sagrado entre todas as famílias.
Os pedidos são de prosperidade, paz e amor...
Mas se Natal é todos os dias do ano,
Por que então deixar para desejar felicidades
Somente em um único dia destes 365???
O Milagre de Natal está no sorriso que no dia-a-dia
Encontramos nas pessoas andando nas ruas,
Nas crianças brincando,
Enfim
O Milagre Natalino está no desejo de cada um de ser feliz.
Pois Milagres existem sim,
Principalmente com tamanha benção de Deus,
Muitas Glórias, Conquistas e Emoções podem ser desejadas
Pois o Natal do dia 25 está chegando,
Faça seus desejos e acredite em todos eles,
Pois estão prestes a se concretizar nesta noite especial...
FELIZ NATAL!!!
E MUITA PROSPERIDADE NESTE DIA
E EM TODOS OS DIAS DO ANO
QUE ESTÁ PRESTES A NASCER!!!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mensagem de Final de Ano - Grupo RBS/TV

Olá Pessoal!!!

Compartilho com vocês o vídeo de final de ano do Grupo RBSTV, afilhada da Rede Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina…

Este ano a campanha de Final de Ano do Grupo RBS traz uma releitura da música-tema “Vida” na voz de diversos artistas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Participaram das gravações Armandinho, Bluegrass, Claus e Vanessa, Dazaranha, Duca Leindecker, Dudu do Banjo, Guga Kuerten, Rô Conceição, Thedy Corrêa, Valdir Agostinho, Yamandu Costa e Zé da Folha.
Além dos artistas, 78 colaboradores e filhos, vindos de diversas cidades do RS e SC, foram reunidos para a gravação da cena final do filme.

Eu, particularmente, me emociono quando escuto a letra desta tardicional melodia… vale a pena assistir…

 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Frei João Carlos - 23 Anos de “Sim” a sua Missão


Ontem, dia 17/12, o nosso Pároco, Frei João Carlos Karling, completou 23 anos de Sacerdócio. No dia 17 de dezembro de 1988, o nosso amigo João Carlos dava um grande passo que mudaria a sua vida e também a vida de todos na sua volta: diria SIM ao chamado de Deus, assumindo seus dons e partilhando-os com o próximo. Nós, Catequistas da Comunidade Santa Rita de Cássia, agradecemos a Deus por ter colocado este Padre em nossa caminhada (pela 2º vez; a 1º foi em 1991/1992, quando eu era coroinha) e que possamos continuar trilhando juntos este caminho tão especial junto de Deus.
Ah, e o Frei já disse que quer muito poder estar conosco para comemorar suas Bodas de Prata (25 anos) de sacerdócio. Rogamos a Deus por isso!!!

Uauuuu Parabéns

sábado, 17 de dezembro de 2011

Vantagens do Perdão - Espiritualidade

 
Perdoar não é fácil, mas é o caminho mais eficaz para a convivência humana saudável e feliz. Nosso viver e conviver sobrevivem graças ao perdão que é uma atitude de amor incondicional, de compreensão, de misericórdia e de alta sabedoria.
Quem não perdoa é um perdedor. Perde de dois a zero porque frustra o relacionamento humano e carrega dentro de si o lixo da mágoa e amargura. Quem perdoa, alcança o zero a zero, ou seja, restabelece a comunhão e expulsa o veneno do ressentimento. Terá saúde física, psicológica, social e espiritual. O perdão é remédio, cura, excelente terapia.

Quem não perdoa, não esquece o mal e sofre a doença da “compulsão de repetição”; vive sempre lembrando, repetindo, desabafando a dor interna. Por não perdoar, irá sempre culpar alguém e vingar-se. Isso tudo aumenta o sofrimento e o desgaste físico.
Perdoar é tirar a raiz da amargura. Perdoar é compreender, desistir de julgar e de culpar os outros. Isso é possível quando reconhecemos que somos barro. Ninguém é infalível. Quando aceitamos o nosso barro e os dos outros, conseguimos dar um novo significado ao fato que nos magoou, temos nova compreensão, novo olhar, novo sentimento sobre fatos e pessoas.
O perdão muda a realidade porque é encontro com a verdade. Perdoar é reatar o relacionamento rompido, é colocar-se nas mãos do outro, abdicar do julgamento pessoal. É um gesto de gratuidade no qual fazemos o dom de nós mesmos. Sem o perdão somos pesados, doentes, depressivos, agressivos, desumanos. Perdoar é reumanizar-se. A falta de perdão torna falsa e estéril a oração. O rancor, a mágoa, o ressentimento impedem a ação da graça.
O sentimento negativo é uma energia venenosa que se transforma em doença, insônia, agressividade, imoralidade, alcoolismo, barulho, farra, etc. Muitos problemas da vida têm sua raiz na falta de perdão. A mágoa, o ressentimento, a amargura são energias e sentimentos destrutivos. Assim, quem não perdoa odeia a caridade e vive no azedume e crítica, fere o coração, morre aos poucos, sente-se perdido. Só resta o vazio, a solidão e a algazarra para abafar o mal-estar interior.
As conseqüências negativas da falta de perdão são tão perigosas e destruidoras que a Bíblia aconselha a perdoar antes do pôr-do-sol. Não ir dormir com raiva: “Não se ponha o Sol sobre vossa ira” (Ef .4,26) Igualmente Jesus manda perdoar setenta vezes sete, isto é, sempre, imediatamente e de todo o coração. O perdão é tão benéfico que deve ser dado incondicionalmente, totalmente, incansavelmente.
Na oração do Pai-nosso, o perdão está ao lado do pão nosso de cada dia. O perdão também é pão da vida, porque é o amor sem medida, amor de mãe, amor misericordioso. É o perdão que possibilita a fraternidade e a boa qualidade do relacionamento humano.
Pe. João Bachmann
Pároco da Paróquia Catedral São Paulo Apóstolo
Enviado por Celito Fochi

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Galera, chegou o meu presenteeeee!!!!

Olá queridos amigos, Paz & Bem…
Chegou hoje o meu presente de amigo secreto… Na verdade foram 3 presentes…
* Livro “Dinâmicas de Grupo – Redescobrindo Valores
* Livro “Lições de Sabedoria” (Mensagens)
* Kit com 3 Cds “Tempo de Cantar”, músicas para Advento, Quaresma e Tempo Comum, da Canção Nova.


Quem me deu estas maravilhas de presente foi a Ângela,  do Blog Nos Passos de Jesus. Meu presente viajou Bastante: veio do município de Santa Teresa, do Espírito Santo…
Ângela, agradeço de coração estes lindos presentes; ADOREI.
Pode ter certeza de que vou utilizá-los muito na Catequese.
Transcrevo abaixo uma mensagem que retirei de um dos meus presentes: Livro “Lições de Sabedoria”:
A FORÇA DO VENTO E DO SOL
O Vento e o Sol começaram a discutir quem era mais forte. O Vento se antecipou:
- Vou provar que sou mais forte. Vê aquele velhinho lá embaixo? aposto que consigo tirar o casaco dele mais depressa que você!!!
Assim, o Sol se escondeu atrás de uma nuvem, e deixou o vento soprar até quase se transformar em furacão. Porém, quanto mais forte soprava, tanto mais o velhinho se embrulhava no casaco.
Finalmente, o vento se acalmou e desistiu. Quando o sol ressurgiu, apenas sorriu levemente para o velhinho que, secando o suor da testa com a mão, tirou o casaco. O astro-rei, então, ensinou ao vento:
- A bondade e a amabilidade são sempre mais fortes que a fúria e a violência.
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Eis uma boa história para refletir…
Fiquem todos na Paz de Deus e no Amor de Maria…
Abraços…

domingo, 11 de dezembro de 2011

Promoção de Natal!!!

Olá Queridos Amigos, Paz & Bem…
A nossa amiga Sheila, do Blog Semeando Catequese, criou uma promoção bem bacana, que vai escolher o blog mais enfeitado, com motivação Natalina e o nosso blog está participando…
Vale a pena visitar! E claro, se não for pedir de mais dar um votinho para o nosso blog…(Rsssss)
Para visitar e votar CLIQUE AQUI


Obrigado pela participação… Fraterno abraço a todos…


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Selinho Para os Meus Amigos…

Olá Pessoal, Paz & Bem…
Eu queria Dedicar este Selinho para os meus amigos e minhas amigas que dedicam seus blogs para anunciar a boa nova… Que Jesus Menino Abençoe suas vidas e suas famílias… Segue abaixo o selinho e os blogs que estou dedicando! Podem levar com vocês; é de Coração!!!




domingo, 4 de dezembro de 2011

O Presente da minha Amiga Secreta deve estar chegando…

8107presentesNo dia 30/11, quarta feira passada, eu coloquei o presente da minha amiga secreta no correio… segundo a atendente do correio, levaria cerca de 4 ou 5 dias úteis para esta encomenda chegar ao seu destino…

 

Fica a dica: qual será o estado da minha amiga secreta???

Os chutes são livres, só não esperem que eu confirme, ok? rsssssa

Um beijo e um abraço a todos e tenham uma ótima semana…

O verdadeiro sentido do Natal para os católicos.

 

O verdadeiro Natal nunca muda, pois não muda também a compreensão do que é o Natal na alma dos católicos de verdade.
Nessas almas, mais do que o consumismo estúpido, mais do que a vermelha figura do Papai Noel, em seu trenó deslizante no verão brasileiro, mais do que a maçante Gingle Bells, exaustivamente tocada nas lojas com descartáveis produtos coloridos, ressoa o hino cantado pelos anjos “Glória in excelsis Deo”.
Ressoam as puras notas do “Puer natus est nobis, et filium nobis est datum”. Porque, para nós que “habitávamos nas sombras da morte, para nós brilhou uma grande luz”.
Que se entende, hoje, que é um “Feliz natal, para você” ? No máximo da inocência, um regabofe em família, com presentinhos, beijinhos e indigestão.
E quando o Natal não é tão inocente...
Quando o Natal não é tão inocente se realiza o canto pagão e naturalista; “Adeus ano velho. Feliz ano novo. Muito dinheiro no bolso. Saúde para dar e vender”.
Eis a felicidade pagã: dinheiro, saúde, prazer.
Sem Deus. Sem Redenção. Sem alma. Que triste Natal esse!
Que infeliz e decrépito ano novo, tão igual aos velhos anos do paganismo!
Será que o povo que habitava nas sombras da morte já não vê a grande luz que brilhou para ele em Belém?
Até a luz do Natal está ofuscada. E quão poucos compreendem essa luz!
No presépio se conta tudo.
Tudo está lá bem resumido. Mas o povo olha as pequenas figuras e não compreende o que significa que um Menino nos foi dado, que um Filho nasceu para nós.
No presépio se vê um Menino numa manjedoura, entre um boi e um burro...
A Virgem Maria, Mãe de Deus adorando seu Filhinho que é o Verbo de Deus encarnado, envolto em panos. São José, contemplando o Deus Menino tiritante de frio, à luz de uma tosca lanterna.
Um anjo esvoaçante sobre a cabana rústica. Uma estrela. Pastores com suas ovelhas, cabras e bodes. Um galo que canta na noite. Os Reis que chegam olhando a estrela, seguindo a estrela, para encontrar o Menino com sua Mãe.
Tudo envolto no cântico celeste dos anjos;
“Glória a Deus nas alturas! E paz, na terra, aos homens que têm boa vontade” (Luc. II, 14)
Isso aconteceu nos dias de Herodes, quando César Augusto decretou um recenseamento.
E como não havia lugar para Maria e José na estalagem, em Bethleem, terra de Davi, eles tiveram que se refugiar numa cocheira, entre um boi e um burro.
Porque assim se realizaram as profecias:
* “E tu, Bethleem Efrata, tu és a mínima entre as milhares de Judá, mas de ti há de me sair Aquele que há de reinar em Israel, e cuja geração é desde o Princípio, desde os dias da eternidade”, como profetizou o Profeta Miquéias (Mi. V, 1).
** ”O Senhor vos dará este sinal: uma Virgem conceberá, e dará à luz um filho, e seu nome será Emanuel” (Is. VII,14)
*** “O Boi conhece o seu dono, e o burro conhece o presépio de seu senhor, mas Israel não me conheceu e o meu povo não teve inteligência” profetizou Isaías muitos séculos antes (Is. I,3).
E Cristo, nos dias de Herodes, nasceu em Bethleem que quer dizer casa do pão (Beth = casa. Lêem = pão).
Cristo devia nascer em Belém, casa do pão, porque Ele é o pão que desceu dos céus, para nos alimentar. Por isso foi posto numa manjedoura, para alimentar os homens.
Devia nascer num estábulo, porque recebemos a Cristo como pão do Céu na Igreja, representada pelo estábulo, visto que nas cocheiras, os animais deixam a sujeira no chão, e comem no cocho. E na Igreja os católicos deixam a sujeira de seus pecados no confessionário, e, depois, comem o Corpo e bebem o Sangue de Jesus Cristo presente na Hóstia consagrada, na mesa da comunhão.
Jesus devia nascer de uma mulher, Maria, para provar que era homem como nós. Mas devia nascer de uma Virgem — coisa impossível sem milagre — para provar que era Deus. Este era o sinal, isto é, o milagre que anunciaria a chegada do Redentor: uma Virgem seria Mãe. Nossa Senhora é Virgem Mãe. E para os protestantes, que não crêem na virgindade perpétua de Maria Santíssima, para eles Maria não foi dada por Mãe, no Calvário. Pois quem não tem a Maria por Mãe, não tem a Deus por Pai.
E por que profetizou Isaías sobre o boi e o burro no presépio?
Que significam o boi e o burro?
O boi era o animal usado então, para puxar o arado na lavoura da terra.
Terra é o homem. Adão foi feito de terra. Trabalhar a terra é símbolo de santificar o homem. Ora, os judeus tinham sido chamados por Deus para ser o sal da terra e a luz do mundo, isto é, para dar vida (sal) espiritual, santidade, aos homens, e ensinar-lhes a verdade (luz).
O boi era então símbolo do judeu.
O burro, animal que simboliza falta de sabedoria, era o símbolo do povo gentio, dos pagãos, homens sem sabedoria.
Mas Deus veio salvar objetivamente a todos os homens, judeus e pagãos. Por isso, no presépio de Cristo, deviam estar o boi (o judeu) e o burro (o pagão).
Foi também por isso que Jesus subiu ao Templo montado num burrico que jamais havia sido montado, isto é, um povo pagão que não fora sujeito ao domínio de Deus. E os judeus não gostaram que o burro fosse levado ao Templo, isto é, que Cristo pretendesse levar também os pagãos à casa de Deus, à religião verdadeira. Por isso foi escrito: “mas Israel não me conheceu e o meu povo não teve inteligência”.
Como também o povo católico, hoje, já não tem inteligência para compreender o Natal, pois “coisas espantosas e estranhas se tem feito nesta terra: os profetas profetizaram a mentira, e os sacerdotes do Senhor os aplaudiram com as suas mãos. E o meu povo amou essas coisas. Que castigo não virá, pois, sobre essa gente, no fim disso tudo?” (Jer. V, 30-31).
Pois se chegou a clamar: “Glória ao Homem, já rei da Terra e agora príncipe do céu”, só porque o homem fora até a Lua num foguete, única maneira do homem da modernidade subir ao céu.
No Natal de Cristo, tudo mostra como Ele era Deus e homem ao mesmo tempo.
Como já lembramos, Ele nasceu de uma mulher, para provar que era homem como nós. Nasceu de uma Virgem, para provar que era Deus.
Como um bebê, Ele era incapaz de andar e de se mover sozinho. Como Deus, Ele movia as estrelas.
Como criança recém nascida era incapaz de falar. Como Deus fazia os anjos cantarem.
Ele veio salvar objetivamente a todos, mas nem todos o aceitaram. E Herodes quis matá-lo.
Ele chamou para junto de si, no presépio, os pastores e os Reis, para condenar a Teologia da Libertação e os demagogos pauperistas que pregam que Cristo nasceu como que exclusivamente para os pobres. É falso!
Assim como o sol brilha para todos, Deus quis salvar a todos sem acepção de pessoa. Por isso chamou os humildes e os poderosos junto à manjedoura de Belém.
Mas, dirá um seguidor do bizarro frei Betto ou do ex frei Boff, que nada compreendem do Evangelho pois o lêem com os óculos heréticos e assassinos de Fidel e de Marx, sendo “cegos ao meio dia” (Deut. XXVIII, 29): Deus tratou melhor os pastores pobres, pois lhes mandou um anjo, do que os reis poderosos, exploradores do povo, aos quais chamou só por meio de uma estrela. É verdade!!!
Deus tratou melhor aos pastores. Mas não porque eram pastores, e sim porque eram judeus. Sendo judeus, por terem a Fé verdadeira, então, mandou-lhes um sinal espiritual. Aos reis magos, porque pertenciam a um povo sem a religião verdadeira, mandou-lhes um sinal material: a estrela.
No presépio havia ovelhas e bodes, porque Deus veio salvar os bons e os pecadores.
E a Virgem envolveu o menino em panos.
Fez isso, é claro, porque o pequeno tinha frio, e por pudor.
Mas simbolicamente porque aquele Menino —que era o Verbo de Deus feito homem—, que era a palavra de Deus humanada, tinha que ser envolta em panos, pois que a palavra de Deus, na Sagrada Escritura, aparece envolta em mistério, pois não convém que a palavra de Deus seja profanada. Daí estar escrito: “A glória de Deus consiste em encobrir a palavra; e a glória dos reis está em investigar o discurso” (Prov, XXV, 2).
E “Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi dado, e o império foi posto sobre os seus ombros, e seu nome será maravilhoso, Deus Poderoso, Conselheiro, o Deus eterno, o Príncipe da Paz” (Is. IX, 5).
Porque todos os homens, em Adão, haviam adquirido uma dívida infinita para com Deus, já que toda culpa gera dívida conforme a pessoa ofendida. E a ofensa de Adão a Deus produzira dívida infinita, que nenhum homem poderia pagar, pois todo mérito humano é finito. Só Deus tem mérito infinito. Portanto, desde Adão, nenhum homem poderia salvar-se. Todos nasceriam, viveriam e iriam para o inferno. E a humanidade jazia então nas sombras da morte.
Mas porque Deus misericordiosamente se fez homem, no seio de Maria, era um Homem que pagaria a dívida dos homens, porque esse Menino, sendo Deus, teria mérito infinito, podendo pagar a dívida do homem. Por isso, quando Ele morreu por nós, foi condenado por Pilatos, representando o maior poder humano — o Império — que O apresentou no tribunal dizendo: “Eis o Homem”.  (Jo XIX, 5)
Ele era O Homem.
Era um homem que pagava os pecados dos homens assumindo a nossa natureza e nossas culpas, mas sem o pecado. Era Deus-Menino sofrendo frio e fome por nossos confortos ilícitos e nossa gula, na pobreza e no desprezo, por nossa ambição e nosso orgulho.
E os pastores e os Reis O encontraram com Maria sua Mãe, para mostrar que só encontra a Cristo quem O busca com sua Mãe.
E para demonstrar que diante de Jesus, ainda que Menino, todo poder deve dobrar o joelho.
E os pastores levaram ao Deus Menino suas melhores ovelhas, e seus melhores cabritos, enquanto os Reis Lhe levaram mirra, incenso e ouro. A mirra da penitência. O incenso da adoração. O ouro do poder.
Tudo é de Cristo.
Todos, levando esses dons, reconheciam que Ele era Deus, o Senhor de todas as coisas, Ele que dá todas as ovelhas e cabras aos pastores. Ele que dá aos Reis o poder e o ouro.
Deus é o Supremo Senhor de todas as coisas. Ele é o Soberano Absoluto a quem devemos tudo. E para reconhecer que Ele é a fonte de todos os bens que temos é que devemos levar-Lhe em oferta o melhor do que temos.

Texto retirado do excelente blog Download Católico

domingo, 20 de novembro de 2011

Quem será meu Amigo Secreto

amigo_secretoO que dizer do meu amigo secreto?

Bom, posso dizer que ela é uma amiga muito querida e que ela é dona de um dos blogs que mais me inspirou quando eu criei o meu, em 2009. Quando eu tive a idéia de criar o meu blog, eu visitei muito dois blogs, que me ajudaram a ter idéias e a conhecer os recursos que o Blogger tinha; e a minha amiga secreta é uma destas pessoas; embora eu não tenha muito contato com ela, eu a admiro muito e fiquei muito feliz em ter tirado ela; com certeza o meu presente para ela será dado com muito prazer e com imenso carinho…

Bom, acho que não vou falar mais nada, senão vou acabar entregando o ouro (rsssss).

Será que alguém adivinha quem é?

AMIGO-SECRETO-PAO-DE-ACUCAR

São Felix de Valois

Nasceu em Amiens , França em 1127 e morreu em 1212 sendo o seu culto aprovado pelo Papa Alexandre VII em 1666. Foi co-fundador da Ordem da Santíssima Trindade (os Trinitários) para o Resgate de Escravos.
No começo do século 12, o distrito de Somme e Aisle na França era governado pelo Conde Raul de Vermandois e de Valois , príncipe da Casa dos Capet e Carlosmagno. Sua esposa Alienor de Champagne era também da casa de Carlosmagno. Em 19 de abril de 1127 ela deu a luz a um filho que foi batizado com o nome de Hugo em homenagem ao seu avô, o filho de Henry I, Rei de França.
O jovem Hugo foi enviado para a Abadia de Clairaux para ser educado .Ele foi também apresentado ao Papa Inocêncio II. Com 20 anos ele saiu numa cruzada ,mais foi incógnito para não ser tratado de modo diferente. Três anos mais tarde ele retornou viajou pela Itália e foi ser um eremita no norte da Itália ou perto de Clermont d'Oise. Para evitar ser reconhecido ele mudou o nome para Felix e se tornou um sacerdote.
Em 1193 ele estava vivendo em extrema solidão perto de Motigny quando recebeu a visita de São João de Matha que havia acabado de se diplomar na Universidade de Paris. Eles se tornaram amigos e João ficou com Felix e eles formaram uma pequena comunidade junto com outros discípulos.
Um dia em 1197, uma corsa branca, que vinha com freqüência beber água em um fonte onde os eremitas tiravam sua água, apareceu com uma cruz vermelha e azul entre os chifres. João lembrou da visão que havia tido durante a sua primeira missa, quando ele viu um anjo vestido de branco com uma cruz vermelha e azul em seu peito. Ambos ele e Felix sabiam que a corsa era um sinal de Deus e que eles deveriam seguir em frente com os planos que haviam discutidos. Este plano era fundar um Ordem Religiosa dedicada a resgatar os escravos cristãos que eram capturados pelos Mouros durante as cruzadas.
Juntos, eles apresentaram seu plano em Roma ao Papa Inocencio III, o qual não só deu sua aprovação mas deu aos fundadores o hábito da Ordem: branco com uma cruz vermelha e azul. João e Felix retornaram a França e a sua comunidade foi renomeada de Cerfroid em homenagem a corsa.
Em 3 de fevereiro de 1198 o Papa Inocencio III enviou uma carta ao Irmão João, ministro da casa da "Santa Trindade de Cerfroid " e a todos os irmãos trinitários presentes e futuros. A carta dizia chamava ainda a "Jovem Ordem da Santíssima Trindade para o Resgate de Cativos".
A carta ainda mencionava que a propriedade tinha sido dada a Ordem por Roger de Catillon e Margarite de Bourgogne, uma nobre dama de Paris.
Em 16 de maio de 1198 o Papa enviou outra carta a respeito da propriedade. Em 17 de dezembro de 1198, outra carta chegou aprovando o texto da Constituição da nova Ordem e as Regras da Ordem Enquanto isso o Rei de França também dava a sua aprovação a nova Ordem.
João deixou Cerfroid para começar o trabalho de resgatar os cativos, estabelecendo um monastério em Roma. Felix ficou como Supervisor Geral em Cerfroid, mas mais tarde foi para Paris para estabelecer o hospital da Ordem em Saint Mathum o qual havia sido doado a eles. Como resultado , membros da ordem eram popularmente chamados de Mathurinos ou de "frades dos jumentos" viso que eles sempre usavam esse meio de transporte.
Na noite de 8 de setembro de 1212, embora o sacristão de Cerfroid ter esquecido de bater o sino da manhã (geralmente as 3 da madrugada) Felix desceu para a Igreja como de costume e encontrou a Virgem Maria e anjos, todos eles usando o habito da Ordem. Diz a tradição que houve outros milagres mas somente este está registrado pelo Padre Calisto, trinitário de Cerfroid.
Alguns dias mais tarde João de Matha retornou a Cerfroid para ver seu velho amigo mas ficou apenas alguns dias e em 4 de Novembro de 1212 Felix morreu com a idade de 85 anos.
Ele teria sido enterrado em Cefroid. A grande reputação de sua santidade e de milagres reportados em sua tumba fez com que o Papa Urbano IV o canonizasse em 1 de maio de 1262.
Mas em 1631 os trinitários tentaram receber a permissão para celebrar as festas dos santos Felix e João liturgicamente na França e na Espanha (como seus irmãos na Inglaterra haviam conseguido desde 1308), mas como o Concilio de Trent havia estabelecido controles restritivos dessas celebrações eles não receberam permissão. A Bula papal de canonização de Felix do Papa Urbano IV também havia se perdido, assim os trinitários começaram a colher novos dados.
Eles encontraram os "canons "de Meaux invocando São Felix desde 1219, em 1291 Capelão Geral fixou o dia de sua festa e em 1308 o provincial da Inglaterra recebeu os ofícios da missa do Papa João XXII. Havia bastante documentos para convencer ao Papa Alexandre VII a confirmar o culto em 21 de outubro de 1666. Mas, 5 anos mais tarde o Sagrado Colégio dos Ritos ainda não havia adicionado Felix e João na Martirologia Romana, e apenas com a intercessão do Rei Louis XIV da França e Philip V da Espanha a favor de Felix de Valois, fez com que o Papa Inocencio XII estendesse as festas de São Feliz e São João da Matha a toda Igreja católica em 1694.
Os resto mortais de São Felix foram perdidos. Em 1705 foram feitas pesquisas em Cerfroid para se encontrar ossos e nenhuma relíquia de qualquer tipo foi encontrada.
Devido a estas inconsistências, em 1969/70 o culto a São Felix ficou restrito a um culto local.
São Felix é mostrado na arte litúrgica da Igreja como um velho com o habito trinitários com correntes ou cativos ao seu lado, ou 2) perto de uma fonte onde uma corça bebe água ou 3) com um corsa com uma cruz nos chifres. Ele é venerado em Meaux e Valois.
Sua festa é celebrada no dia 20 de novembro.

FONTE: CatolicaNet

Santos Otávio, Solutor e Aventor

Conforme o Martirológio Romano, na data de 20 de novembro é festajados em Turim os Santos mártires Otávio, Solutor e Aventor, soldados da legião tebana, os quais sob o imperador Maximiano, combatendo valorosamente, foram coroados pelo martírio." O inciso "combatendo valorosamene" refere-se evidentemente à sua declaração de serem cristãos, e portanto à sua vontade de permanecerem fiéis à profissão de fé cristã, não obstante o clima de perseguição instaurado por Maximiano, o feroz colega do imperador Diocleciano.

Os nossos três santos, a paixão do século V narrava que tinham conseguido escapar do massacre geral de Agaunum, porém, a fuga teria sido descoberta e foram imediatamente seguidos. A caçada terminou nas proximidades de Turim: Aventor e Otávio, alcançados, foram trucidados no local. Solutor, talvez porque mais jovem e ferido levemente, conseguiu prosseguir na fuga. Chegando às margens de Dora Riparia, encontrou refúgio numa gruta de areia. Uma vez descoberto também foi decapitado bem no meio de um pântano.
Uma piedosa cristã e matrona romana, Juliana , conseguiu recuperar o seu corpo, como já havia recuperado os corpos de Aventor e Otávio. Sepultados nas vizinhanças de Turim, construiu sobre os sepulcros uma das células oratórias, isto é, uma capelinha que mais tarde foi ampliada em basílica pelo bispo Vítor, no fim do século V. Mais tarde o Bispo Gesão renovou a Basílica e incorporou-a ao Mosteiro Beneditino dedicado a São Solutor. Quando os franceses ordenaram a demolição do mosteiro em 1536, os corpos dos três mártires foram transferidos para a Consolata e finalmente em 1575 foi levantada a Igreja dos Mártires, que ainda hoje hospeda suas relíquias.

FONTE: CatolicaNet

Santo Edmundo

Santo EdmundoReinava Offa nos Estados ingleses. Desejando terminar seus dias em Roma, no exercício da piedade e da penitência, passou a coroa para Edmundo, de quinze anos de idade, descendente dos antigos reis anglo-saxões da Grã-Bretanha.
Edmundo, segundo os seus historiadores, foi coroado no dia de Natal de 885. Suas qualidades morais tornaram-no modelo dos bons reis. Tinha grande aversão aos lisonjeiros; toda a sua ambição era manter a paz e assegurar a felicidade dos súditos. Daí o grande zêlo na administração da justiça e na implantação dos bons costumes nos seus Estados. Foi o pai dos súditos, sobretudo dos pobres, protetor das viúvas e dos órfãos, sustento e apoio dos fracos. O fervor no serviço de Deus realçava o brilho das suas outras virtudes. A exemplo dos monges e de várias outras pessoas piedosas, aprendeu o saltério de cor.
No décimo quinto ano do seu reinado, foi atacado pelos Dinamarqueses Hínguar e Hubla, príncipes desta nação, verdadeiros piratas, que foram desembarcar na Inglaterra. Edmundo, a princípio, manteve-se sereno, confiando num tratado que tinha feito com os bárbaros logo que vieram para o seu país. Mas quando viu que não respeitaram o tratado, reuniu o seu exército. Mas os infiéis receberam auxílios. Perante este reforço do inimigo, Edmundo sentia-se impotente para o combater.
Então os bárbaros fizeram-lhe várias propostas que recusou, por serem contrárias à religião e à justiça que devia aos súditos. Preferiu expor-se à morte a trair sua consciência. Carregaram-no de pesadas cadeias e levaram Edmundo à tenda do general inimigo. Fizeram-lhe novas propostas. Respondeu com firmeza que a religião lhe era mais cara do que a vida, e que nunca consentiria em ofender a Deus, que adorava. Hínguar, enfurecido com esta resposta, mandou açoitá-lo cruelmente.
O santo sofreu todos os maus tratos com paciência invencível, invocando o Sagrado Nome de Jesus. Por fim, foi condenado a ser decapitado, recebendo a palma do martírio a 20 de novembro de 870.
Os ingleses consideraram-no mártir e dedicaram-lhe numerosas igrejas.
Santo Edmundo, rogai por nós!

FONTE: Canção Nova

terça-feira, 15 de novembro de 2011

1ª Eucaristia 2011

Olá Pessoal, Paz & Bem…

No último domingo (13/11) ocorreu na minha comunidade a 1ª Eucaristia de nossas crianças; Foi uma Missa muito emocionante para as crianças e também para os catequistas… Já estou com saudades delas…

Compartilho com vocês algumas fotos, peço apenas que não reparem na minha fisionomia, pois como chorei uma boa parte da missa, não saí muito bem nas fotos, rssssss…

Em breve o DVD e as fotos feitas pelo fotógrafo estarão prontas, e então compartilharei também com vocês no Blog.

Paz & Bem…

Clique na Imagem para acessar o Álbum de Fotos!

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domingo, 6 de novembro de 2011

Despedida da minha Turminha

A vocação do Catequista não é fácil…Aliás, como nada na vida é fácil! Por mais experiência que se tenha nunca estamos preparados para algumas situações. No meu caso, seria o encerramento da Catequese este ano…
No dia 13 de novembro, no próximo domingo, será a 1ª Eucaristia na minha comunidade e será o último dia que irei me reunir com minha turminha! Claro que vamos nos ver nas Missas (espero!!!), e em outras ocasiões; mas não é a mesma coisa. Aquele convívio semanal, aquela troca que tinhamos todos os sábados não acontecerá mais. É obvio que estou muito feliz de que todos tenham se preparado e estejam prontos a receber Jesus no coração, pois este é o objetivo da nossa Vocação de Catequista, mas é inevitável que não sintamos também uma pontinha de tristeza pelo motivo de que nossa caminhada Catequista-Catequizando tenha chegado ao fim…
Mas também sei que a Vida do Catequista tem seus Ciclos… no caso da minha comunidade, são Ciclos que duram 2 anos; depois vem uma nova turminha, e também a amamos da mesma forma. Mas o importante é saber que nós nunca substituimos uma turma pela outra, pois o nosso coração é infinitamente grande para que cada Catequizando que passa pela nossa vida tenha o seu lugar cativo; Nestes 15 anos de caminhada na Pastoral da Catequese, já se passaram pela minha turma muitas e muitas crianças, e cada uma deixou uma marca na minha vida;
Ontem foi nossa despedida, e como tradicionalmente faço, todos nós nos reunimos em nossa sala de catequese, fizemos um amigo secreto, fizemos lanche partilhado, conversamos… mas fiz algo diferente também: pela 1ª vez convidei os pais e responsáveis das minhas crianças para participar do encerramento; Foi muito bom este encontro, pois trocamos idéias, avaliamos nossa caminhada e pude expressar qual éra o meu desejo para com as crianças: que os pais continuassem a incentivar a perseverança delas na vida em comunidade. Se isso acontecer, minha missão nestes dois anos estará 100% completa.
Também passei um  DVD para todos com alguns de nossos momentos durante nossa caminhada, e compartilho este vídeo com vocês:
Abaixo também compartilho com vocês as fotos da nossa despedida de ontem:
Peço que Deus continue me abençoando e me dando forças para continuar trilhando este caminho, e que abençoe principalmente minhas crianças que permaneçam no caminho de Jesus, e que possam ter um futuro cheio de Paz e Luz.
Shalom! Paz & Bem!

domingo, 30 de outubro de 2011

São Frumêncio

São FrumêncioA história do santo de hoje se entrelaça com a conversão de uma multidão de africanos ao amor de Cristo e à Salvação. São Frumêncio nasceu em Liro da Fenícia. Quando menino, juntamente com o irmão Edésio, acompanhava um filósofo de nome Merópio, numa viagem em direção às Índias. A embarcação, cruzando o Mar Vermelho, foi assaltada e só foram poupados da morte os dois jovens, Frumêncio e Edésio, que foram levados escravos para Aksum (Etiópia) a serviço da Corte.
Deste mal humano, Deus tirou um bem, pois ao terem ganhado o coração do rei Ezana com a inteligência e espírito de serviço, fizeram de tudo para ganhar o coração da África para o Senhor. Os irmãos de ótima educação cristã, começaram a proteger os mercadores cristãos de passagem pela região e, com a permissão de construírem uma igrejinha, começaram a evangelizar o povo. Passados quase vinte anos, puderam voltar à pátria e visitar os parentes: Edésio foi para Liro e Frumêncio caminhou para partilhar com o Patriarca de Alexandria, Santo Atanásio, as maravilhas do Ressuscitado na Etiópia e também sobre a necessidade de sacerdotes e um Bispo. Santo Atanásio admirado com os relatos, sabiamente revestiu Frumêncio com o Poder Sacerdotal e nomeou-o Bispo sobre toda a Etiópia, isto em 350.
Quando voltou, Frumêncio foi acolhido com alegria como o "Padre portador da Paz". Continuou a pregação do Evangelho no Poder do Espírito, ao ponto de converterem o rei Ezana, a rainha, e um grande número de indígenas, isto pelo sim dos jovens irmãos e pela perseverança de Frumêncio. Quase toda a Etiópia passou a dobrar os joelhos diante do nome que está acima de todo o nome: Jesus Cristo.
São Frumêncio, rogai por nós!

FONTE: CANÇÃO NOVA

São Geraldo

São Geraldo, era natural de Placência e transferiu-se para Potenza. No Martirológio Romano, é fixada a memória de São Geraldo, bispo de Potenza, na Lucânia. Foi escolhido bispo por suas virtudes. Morreu apenas oito anos após sua escolha ao episcopado. Seu sucessor, Manfredo, escreveu-lhe uma vida. Mas existe outro Geraldo, também ele de Potenza, que teve fama bem superior ao bispo medieval. Trata-se de São Geraldo Majela, um dos santos mais populares da Itália meridional. E há motivo para esta popularidade: ele era invocado sobretudo pelas gestantes ou parturientes.
Sua vida esta repleta de privações, de sofrimentos, de humilhações, mas tudo está profundamente animado, finalizado com um encontro vivo e pessoal com Deus. São Geraldo em seu leito de morte podia afirmar não saber nem o que fosse uma tentação impura, tinha sobre a mulher uma concepção superior: olhava toda mulher como uma imagem de Nossa Senhora, "Louvor perene à Santíssima Trindade". Eram entusiasmos místicos de uma alma simples, mas cheia de amor espiritual. Exclamava frequentemente "Meu querido Deus, meu Espirito Santo", sentindo íntimos a ele a bondade e o amor infinitos de Deus.

FONTE: CATOLICANET

Restituta Kafka Irmã Maria Resoluta

No dia 1º de maio de 1894 nasceu Helene, filha de Anton e Maria Kafka na cidade de Brno, atual República Checa. Naquele tempo a região se chamava Morávia que estava sob o governo do imperador austríaco Francisco José. No ano de 1896, a família Kafka se transferiu para Viena, capital do Império.
Helene concluiu os estudos com o diploma de enfermeira e o desejo de se tornar religiosa. Inicialmente ela se conformou com a negativa dos pais, mas ao completar vinte anos, ingressou na congregação das Franciscanas da Caridade Cristã, com a benção da família. Como religiosa adotou o nome de sua mãe e o de uma mártir do primeiro século. Assim passou a se chamar irmã Maria Restituta.
Porém, logo recebeu o apelido carinhoso de "irmã Resoluta", pelo modo cordial e decidido e por sua segurança e competência como enfermeira de sala cirúrgica e anestesista. No hospital de Modling, em Viena, a religiosa se tornou uma referência para os médicos, enfermeiras e especialmente para os doentes, aos quais soube comunicar com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor.
Irmã Restituta durante muitos anos serviu a Deus nos doentes, pelos quais se dedicou incansavelmente. Em março de 1938, Hitler mandou o exercito ocupar a Áustria. Viena se tornou uma das bases centrais do comando nazista alemão. Irmã Restituta se colocou logo contrária a toda aquela loucura desumana. Não teve receio de mostrar que sendo favorável à vida não apoiaria jamais ao nazismo de Hitler, fosse qual fosse o preço.
Por isto, quando os nazistas retiravam o Crucifixo também das salas de cirurgias, ela serenamente o recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando o comando e os soldados nazistas. Como não se submetia e muito menos se "dobrava", os nazistas a eliminaram. Foi presa em 1942. Para ela, que era chamada irmã "Resoluta", a prisão se tornou uma espécie de lugar de graça, para honrar o nome com que se tinha consagrado: Restituta, aquela que foi restituída para Deus. Por isto, olhando para a força redentora da Cruz, sua consciência da Vida Eterna se tornou mais verdadeira no coração. A coragem que lhe era própria se tornou mais firme.
Irmã Resoluta esperou cinco meses na prisão para morrer. Em 30 de março de 1943, foi decapitada. Para as franciscanas mandou uma mensagem: "Por Cristo eu vivi, por Cristo desejo morrer". E na frente dos assassinos nazistas, antes que o carrasco levantasse a mão que a mataria, irmã Restituta disse ao capelão: "Padre, me faça na testa o sinal da Cruz".
O papa João Paulo II elevou a Irmã Maria Restituta Kafka ao altar para ser reverenciada como Beata no dia 30 de outubro, em 1998 em Viena, Áustria.

FONTE: CATOLICANET

domingo, 23 de outubro de 2011

Retiro da Catequese

Retiro da Catequese (22-10-2011) (38)Olá Pessoal, Paz & Bem…

Ontem, dia 22/10/2011, tivemos o Retiro das Crianças que irão fazer 1ª Eucaristia no Mês de Novembro, da nossa Paróquia Rede de Comunidades São José. Cerca de 150 Crianças das Comunidades Santa Rita de Cássia, Imaculada Conceição, Santa Clara, São Miguel, Nª Srª do Perpétuo Socorro e São Francisco de Assis participaram deste retiro, onde pela manhã tivemos trabalhos direcionados através de oficinas, como Espiritualidade, Partilha, Eucaristia, Parábolas, Dinâmicas e Preparação para Confissão; Após cada grupo de crianças passar por esta última oficina, elas eram encaminhadas para os Freis, onde faziam suas confissões.

Após o almoço, tivemos algumas horas de lazer, onde as crianças puderam brincar a vontade, interagindo e fazendo novas amizades.

Embora hoje eu esteja parecendo um pimentão de tão queimado devido ao forte calor que fez ontem e também o futebol com as crianças tenha me rendido uma distenção muscular (rssss), posso dizer que foi um dia maravilhoso, onde estivemos muito próximos de Jesus, rezando, cantando, brincando e aprendendo muito. Este dia foi muito importante para todas as crianças, mas eu posso afirmar que para nós catequistas também foi muito gratificante. Sempre aprendemos coisas novas, e renova o nosso sentido de ser Catequista. Parabéns a todos os Catequistas que trabalharam para que este Retiro desse certo…

 

Para visualizar as fotos do nosso retiro, basta clicar na Foto abaixo, para ser redirecionado o álbum digital:

Retiro da Catequese (22-10-2011) (4)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Santa Úrsula

Santa ÚrsulaÚrsula nasceu no ano 362, filha dos reis da Cornúbia, na Inglaterra. A fama de sua beleza se espalhou e ela passou a ser desejada por vários pretendentes (embora Úrsula tenha feito um voto secreto de consagração total a Deus). Seu pai acabou aceitando a proposta de casamento feita pelo duque Conanus, um general de exército pagão, seu aliado.
Úrsula fora educada nos princípios cristãos. Por isso ficou muito triste ao saber que seu pretendente era pagão. Quis recusar a proposta mas, conforme costume da época, deveria acatar a decisão de seu pai. Pediu, então, um período de três anos para se preparar. Ela esperava converter o general Conanus durante esse tempo, ou então, encontrar um meio de evitar o casamento. Mas não conseguiu nem uma coisa, nem outra.
Conforme o combinado, ela partiu para as núpcias, viajando de navio, acompanhada de onze jovens, virgens como ela, que iriam se casar com onze soldados do duque Conanus. Há lendas e tradições que falam em onze mil virgens, ao invés de onze apenas. Mas outros escritos da época e pesquisas arqueológicas revelaram que foram mesmo onze meninas.
Foram navegando pelo rio Reno e chegaram a Colônia, na Alemanha. A cidade havia sido tomada pelo exército de Átila, rei dos hunos. Eles mataram toda a comitiva, sobrando apenas Úrsula, cuja beleza deixou encantado ao próprio Átila. Ele tentou seduzi-la e lhe propôs casamento. Ela recusou, dizendo que já era esposa do mais poderoso de todos os reis da Terra, Jesus Cristo. Átila, enfurecido, degolou pessoalmente a jovem, no dia 21 de outubro de 383. Em Colônia, uma igreja guarda o túmulo de Santa Úrsula e suas companheiras.
Durante a Idade Média, a italiana Ângela de Mérici, fundou a Companhia de Santa Úrsula, com o objetivo de dar formação cristã a meninas. Seu projeto foi que essas futuras mamães seriam multiplicadoras do Evangelho, catequizando seus próprios filhos. Foi um avanço, tendo em vista que nesta época a preocupação com a educação era voltada apenas para os homens. Segundo a fundadora, o nome da ordem surgiu de uma visão que ela teve.
Atualmente as Irmãs Ursulinas, como são chamadas as filhas de Santa Ângela, estão presentes nos cinco continentes, mantendo acesas as memórias de Santa Ângela e Santa Úrsula.
Santa Úrsula, rogai por nós!

FONTE: Canção Nova

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Santa Maria Bertilla Boscardin

Santa Maria Bertilla Boscardim, nasceu no dia 06 de outubro de 1888, em Gioia di Brendola, Vicência, foi batizada com o nome de Ana Francisca. Desde sua meninice dedicou-se aos trabalhos do campo, ajudando aos pais, este era o caminho de qualquer menina vêneta, antes que as indústrias chegassem. Com 17 anos Ana Francisca teve a permissão de seguir a própria vocação religiosa ingressando nas Mestras de Santa Dorotéia em Vicência. Lá fez o noviciado e emitiu os primeiros votos temporários. Deixou em seguida Vicência e foi para Treviso trabalhar no hospital, onde prestou o seu humilde e ativo serviço. Conseguiu seu diploma de efermeira para tornar-se mais útil aos doentes, que assistia também de noite, tomando a vez de suas co-irmãs.
Escreveu no diário: "Quero ser a serva de todos - Quero trabalhar, sofrer e deixar toda a satisfação aos outros". e ainda: "Devo considerar-me a última de todas, portanto contente em ser passada para trás, indiferente a tudo, tanto às reprovações como aos elogios. As ocasiões de sofrimento nunca lhe faltaram. Aos 22 anos, foi operada de tumor. Retornou às costumeiras ocupações suportando aumento de trabalho durante a primeira guerra mundial. Por causa causa dos bombardeios, os doentes foram transportados para Brianza e irmã Bertilla os seguiu. Mas em Viggiu foi designada para a lavanderia, sofrendo e chorando às escondidas. Quando retornou a Treviso um ano depois entre seus doentes, seu mal agravou-se e após uma segunda intervenção cirúrgica, morreu no dia 22 de outubro de 1922, com apenas trinta e quatro anos.
"É humilde camponesa -disse dela o Papa Pio XII, por ocasião da beatificação, a 8 de junho de 1952. Figura puríssima de perfeição cristã, modelo de recolhimento e de oração, que durante a vida teve uma união com Deus profunda no silêncio, no trabalho, na oração, na obediência. Daquela união vinha a especial caridade que ela demonstrava para com os doentes, médicos, superiores, enfim, para com todos." Foi canonizada pelo Papa João XXIII a 11 de maio de 1961. Santa Maria Bertilla Boscardim, rogai por nós e pelos nossos doentes. Amém

FONTE: CATOLICANET

São Pedro de Alcântara

São Pedro de Alcântara"Aqueles que são de Cristo crucificaram a própria carne com os seus vícios e concupiscências" (Gal 5,24)
Esta Palavra do Senhor se aplica muito bem a São Pedro de Alcântara, o qual lembramos hoje, pois soube vencer o corpo do pecado através de muita oração e mortificações. Pedro nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499.
Menino simples, orante e de bom comportamento, estudou na universidade ainda novo, mas soube, igualmente, destacar-se no cultivo das virtudes cristãs, até que, obediente ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito. Pedro foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, o qual administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento e, mais tarde, eleito provincial da Ordem.
Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo. Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III, além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila; esta, sobre ele, atestou depois da morte do santo: "Pedro viveu e morreu como um santo e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus".
Considerado um dos grandes místicos espanhóis do séc. XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo.
São Pedro de Alcântara, rogai por nós!

FONTE: CANÇÃO NOVA

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Testemunho–Eucaristia

Irmãos em Cristo, Paz & Bem…

A Querida amiga Catequista Scheila, do Blog Semeando Catequese, postou no Grupo Catequistas Virtuais este lindo testemunho, e eu compartilho com vocês, pois é realmente Tocante. Segue o Texto Abaixo:

Vivi uma experiência inesquecível há algum tempo. Num encontro onde estive pregando, enquanto distribuía a comunhão durante a missa, percebi uma alergia muito intensa na mão de uma pessoa que ia receber a Eucaristia. No momento em que coloquei a Hóstia Consagrada em sua mão a alergia desapareceu. Durante todo o restante do rito da comunhão, fiquei me perguntando: "Senhor, o que vi foi mesmo real ou foi impressão minha? O Senhor curou?"

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Após a comunhão, durante uma oração de cura, comecei a orar pelo povo e tive a coragem de anunciar aquela cura. Falei em voz alta: "Onde você estiver, se manifeste e mostre para as pessoas a sua mão". A resposta foi imediata: com lágrimas nos olhos, a pessoa mostrou a todos sua mão curada.
Recebemos, na Canção Nova, muitos testemunhos de pessoas que foram curadas fisicamente através da Eucaristia. O Senhor tem realizado verdadeiros milagres.
A Eucaristia é como um remédio, o qual temos de tomar constantemente, até ficarmos curados. Principalmente quando a nossa luta é contra um determinado pecado, que não conseguimos vencer. Só assim, seremos vencedores nessa luta. Se freqüentemente recebermos o corpo do Senhor, a cura e a libertação irão acontecer.
Você já viu algum doente que tem vergonha de tomar remédio, porque já tomou muito medicamento e não foi curado? Não há motivo para essa vergonha. O que o doente tem que fazer é continuar tomando o remédio, até ser curado. Com a Eucaristia também é assim.
Muitas vezes, o inimigo insinua que não podemos continuar comungando, porque nos confessamos e constantemente caímos no mesmo pecado. Isso é tentação! Ele sabe que o remédio é a Eucaristia. Não estou dizendo para você comungar em pecado. Estou dizendo: comungue para vencer o pecado. Precisamos desses dois Sacramentos: Eucaristia e Penitência. Temos que buscá-los incessantemente, confessar-se quantas vezes for preciso. Comungar freqüentemente: quantas vezes puder, até diariamente.
Muitas pessoas dizem: "Já confessei muitas vezes o mesmo pecado, não quero ser sem-vergonha e ficar confessando isso sempre". Não é vergonha nenhuma, continuar curando a ferida, até que seja curada por completo. Isso é artimanha do tentador.
Quando estamos em tratamento médico, enquanto não somos curados, voltamos várias vezes ao consultório. Podemos até mesmo mudar de médico, mas continuamos tomando remédio, até nos curarmos completamente. Com o pecado, que é a doença da alma, precisamos também agir assim: confessar-se tantas vezes, quantas for necessário e comungar sempre que puder, porque a cura do pecado é mais difícil do que a cura das nossas doenças físicas.

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Confesse e comungue, mesmo que você sinta fraqueza ou tentação. Enquanto não voltarmos a pecar gravemente, comunguemos sem medo. É como fazemos com um ferimento: limpamos primeiro, para depois colocar remédio. O mesmo devemos fazer com a ferida da alma: limpá-la através da confissão e, depois colocar remédio – que é a Eucaristia – para curá-la.
Santa Teresinha, numa de suas cartas dirigidas à sua irmã, disse: "Não é para ficar numa âmbula de ouro que Jesus desce cada dia do Céu, mas para encontrar um outro Céu da nossa alma, onde Ele encontra Sua delícias" E continua: "quando o demônio não pode entrar com o pecado no santuário de uma alma, quer pelo menos que ela fique vazia, sem dono, afastada da comunhão!"
Deus quer combater esta ferida em nós e, para isso, precisamos desses dois Sacramentos, que são amostras do amor infinito de Jesus por nós. Ele nos manda perdoar setenta vezes sete, porque também está disposto a nos perdoar setenta vezes sete: até que sejamos curados.
É pela nossa perseverança que venceremos. Lute! Jesus já lhe deu o remédio infalível: a Confissão e a Eucaristia. A vitória está nas nossas mãos! Jesus quis dar-Se totalmente na Eucaristia para vir em nosso auxílio e nos curar onde precisamos: em nossa mente, nossos olhos, nossos ouvidos, nossos lábios, nosso corpo, nosso coração, nossa sexualidade. Ele vem pessoalmente, "corpo a corpo", para nos curar e nos dar a vitória sobre o pecado.
Reze agora, agradecendo a Jesus, por esse grande presente que nos deixou:
"Obrigado, Senhor, pela oportunidade que tenho diariamente de receber-Te na comunhão e assim receber tantas graças de que necessito, especialmente a de vencer a tentação e o pecado. Creio que serei vitorioso, usando esse poderoso remédio que é a Eucaristia.
Senhor, obrigado por todo esclarecimento que recebi a respeito da Eucaristia. Dá-me, Senhor, deste pão, para que eu possa ser curado e ressuscitado, conforme a promessa que está em Tua palavra: 'Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele, e eu o ressuscitarei' (Jo 6,54.56). Ressuscita-me, Senhor Jesus. Amém!"

Padre Jonas Abib

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(Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/textos.php?id=25)

São Paulo da Cruz

Paulo Francisco Danei, piemontês, nasceu em Ovala (Itália) no ano de 1694. É o fundador da Congregação dos Clérigos descalços da Santa Cruz e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, título que foi imediatamente simplificado pelo povo cristão, que resumiu no nome 'Passionista" . Com a idade de 19 anos, ouvindo um sermão sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, decidiu dedicar-se ao seu serviço e pensou em executar imediatamente o seu programa alistando-se como voluntário no exército que os venezianos estavam montando para uma expedição contra os turcos. Mas pretensa cruzada tinha em mira só interesses materiais e nada a ver com o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo.

Amadureceu a sua vocação dedicando-se à oração e à penitência. Alma eminente contemplativa, passava até sete horas consecutivas imerso em profunda meditação. Aos 26 anos recebeu do bispo de Alexandria, Gattinara, o hábito preto do penitente com os sinais da Paixão de Cristo: um coração com uma cruz em cima, com três pregos e o monograma de Cristo. Convenceu o irmão João Batista a unir-se a ele e juntos se retiraram a um ermo no monte Argentauro, próximo a Orbetello. Viveram aí vida eremítica, em duras penitências. Aos domingos desciam às cidades próximas para pregar a Paixão de Cristo.
Suas missões, marcadas por uma cruz de madeira, obtiveram resultados surpreendentes. O Papa Bento XIII concedeu-lhes a licença de erigir a congregação e ordenou presbíteros os dois irmãos. A Regra inicial, escrita por São Paulo da Cruz, era muito rígida. Paulo, que era prestigiado por bispos e papas (em particular por Clemente XIV, que se incluía entre os seus filhos espirituais), teve de mitigar um pouco a antiga Regra dos passionistas para obter a aprovação eclesiástica definitiva. A congregação masculina logo agregou-se a feminina.
São Paulo da Cruz, morreu com oitenta e um anos de idade, em 18 de outubro de 1775, no convento romano anexo à Igreja dos Santos João e Paulo, no monte Célio. O Papa Pio IX o incluiu no elenco dos santos no dia 28 de junho de 1867.

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