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sábado, 19 de novembro de 2016

Encerramento da Catequese

Então, hoje foi o último encontro da nossa turminha de Catequese!

Foram 2 anos de uma convivência muito rica, onde pudemos aprender muita coisa juntos e conquistamos uma uma amizade que, com certeza, será para a vida toda!!!

Foi maravilhoso ter passado este tempo com vocês! Que Deus conduza sempre seus passos e que possamos manter firme esta chama no coração de vocês… E eu estarei sempre aqui, para ajudar e orientar vocês sempre que precisarem!

Amo vocês!!!

Nossa úlltima foto juntos - 16/11/2016

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Entrega do Creio - 19.06.2016 (24)

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terça-feira, 21 de junho de 2016

Sim, eu Creio!

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No último domingo, 19/06, as crianças da Eucaristia 2 da nossa comunidade receberam a Oração do Creio, como sinal de nosso comprometimento e de nossa fé na Santa Igreja Católica... Dando assim mais um passo importante para o processo da Iniciação à Vida Cristã.

 

A minha turminha de 11 catequizandos se fez presente neste momento tão significativo para nossa caminhada na Catequese; foi muito bom ver todos eles, juntamente de suas famílias, participando, rezando e afirmando: Sim, eu Creio!!!

Que possamos viver esse “Creio” sempre em nossa vida, louvando, bendizendo e adorando nosso Senhor Jesus!

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CREIO

sexta-feira, 3 de junho de 2016

E a nossa Pastoral Virtual da Catequese está de Aniversário!!!

Há 5 anos se formava um grupo disposto a divulgar o Evangelho a todos os lugares, como Jesus pede em Mc 16, 15. Só que usando a Internet como ferramenta... 
E o resultado disso foi uma grande e feliz parceria! O que parecia utopia, provou ser algo concreto e possível de se realizar. Hoje, sómos um grupo tão unido, que a nossa amizade supera a barrera da distância. Gravatái, fica perto do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Fortaleza... Bastão alguns cliques, para que possamos espalhar a boa nova no outro lado do Brasil (quiçá, do outro lado do mundo!). 

Que Jesus Cristo continue nos abençoando e nos capacitando para que o grupo dos Catequistas Unidos permaneça junto, forte, atuante na busca por semear a Palavra a todos os povos!!! Shalom!!!



Catequese do Papa sobre o valor da humildade - 01/06/16

brasão do Papa Francisco
CATEQUESE Praça São Pedro – Vaticano Quarta-feira, 1º de junho de 2016
Boletim da Santa Sé
  Tradução: Jéssica Marçal

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Quarta-feira passada ouvimos a parábola do juiz e da viúva, sobre a necessidade de rezar com perseverança. Hoje, com outra parábola, Jesus quer nos ensinar qual é a atitude correta para rezar e invocar a misericórdia do Pai; como se deve rezar; a atitude correta para rezar. É a parábola do fariseu e do publicano (cfr Lc 18, 9-14).

Ambos os protagonistas vão ao templo para rezar, mas agem de modos muito diferentes, obtendo resultados opostos. O fariseu reza “estando de pé” (v.11), e usa muitas palavras. A sua é, sim, uma oração de agradecimento dirigida a Deus, mas na realidade é uma exposição dos próprios méritos, com sentido de superioridade para com os “outros homens”, qualificados como “ladrões, injustos, adúlteros”, como, por exemplo, – e aponta aquele outro que estava ali – “este publicano” (v. 11). Mas o problema está justamente aqui: aquele fariseu reza a Deus, mas na verdade olha para si mesmo. Reza para si mesmo! Em vez de ter diante dos olhos o Senhor, tem um espelho. Mesmo encontrando-se no templo, não sente a necessidade de se prostrar diante da majestade de Deus; está de pé, se sente seguro, como se fosse ele o patrão do templo! Ele elenca as boas obras realizadas: é irrepreensível, observador da lei além do devido, jejua “duas vezes na semana” e paga o dízimo de tudo aquilo que possui. Em suma, mais que rezar, o fariseu se congratula da própria observação dos preceitos. No entanto, a sua atitude e as suas palavras estão distantes do modo de agir do falar de Deus, que ama todos os homens e não despreza os pecadores. Ao contrário, aquele fariseu despreza os pecadores, também quando aponta o outro que está ali. Em resumo, o fariseu que se diz justo negligencia o mandamento mais importante: o amor por Deus e pelo próximo.

Não basta, portanto, nos perguntarmos quanto rezamos, devemos também nos perguntar como rezamos, ou melhor, como é o nosso coração: é importante examiná-lo para avaliar os pensamentos, os sentimentos, e erradicar arrogância e hipocrisia. Mas eu pergunto: pode-se rezar com arrogância? Não. Pode-se rezar com hipocrisia? Não. Somente devemos rezar colocando-nos diante de Deus assim como somos. Não como o fariseu que rezava com arrogância e hipocrisia. Somos todos tomados pelo frenesi do ritmo cotidiano, muitas vezes à mercê das sensações, atordoados, confusos. É necessário aprender a reencontrar o caminho rumo ao nosso coração, recuperar o valor da intimidade e do silêncio, porque é ali que Deus nos encontra e nos fala. Somente a partir dali podemos, por nossa vez, encontrar os outros e falar com eles. O fariseu se encaminhou ao templo, está seguro de si, mas não percebe ter perdido o caminho do seu coração.

O publicano, em vez disso – o outro – apresenta-se no templo com alma humilde e arrependido: “parado à distância, não ousava nem mesmo levantar os olhos ao céu, mas batia no peito” (v. 13). A sua oração é brevíssima, não é tão longa como aquela do fariseu: “Ó Deus, tenha piedade de mim pecador”. Nada mais. Bela oração! De fato, os coletores de impostos – dito apenas “publicanos” – eram considerados pessoas impuras, submetidos aos dominadores estrangeiros, eram mal vistos pelo povo e, em geral, associados aos “pecadores”. A parábola ensina que se é justo ou pecador não pela própria pertença social, mas pelo modo de se relacionar com Deus e pelo modo de se relacionar com os irmãos. Os gestos de arrependimento e as poucas e simples palavras do publicano testemunham a sua consciência acerca da sua mísera condição. A sua oração é essencial. Age com humildade, seguro somente de ser um pecador necessitado de piedade. Se o fariseu não pedia nada porque já tinha tudo, o publicano só pode implorar a misericórdia de Deus. E isso é belo: implorar a misericórdia de Deus! Apresentando-se de “mãos vazias”, com o coração nu e se reconhecendo pecador, o publicano mostra a todos nós a condição necessária para receber o perdão do Senhor. No fim, justamente ele, tão desprezado, se torna um ícone do verdadeiro crente.

Jesus conclui a parábola com uma sentença: “Eu vos digo: estes – isso é, o publicano – diferente do outro, voltou pra sua casa justificado, porque aquele que se exalta será humilhado, quem, em vez disso, se humilha será exaltado” (v. 14). Destes dois, quem é o corrupto? O fariseu. O fariseu é justamente o ícone do corrupto que finge rezar, mas só consegue se vangloriar diante de um espelho. É um corrupto e finge rezar. Assim, na vida, quem acredita ser justo e julga os outros e os despreza, é um corrupto e um hipócrita. A soberba compromete cada boa ação, esvazia a oração, afasta de Deus e dos outros. Se Deus prefere a humildade não é para nos lamentarmos: a humildade é, em vez disso, condição necessária para ser levantado por Ele, de forma a experimentar a misericórdia que vem encher os nossos vazios. Se a oração do soberbo não alcança o coração de Deus, a humildade do miserável o escancara. Deus tem uma fraqueza: a fraqueza pelos humildes. Diante de um coração humilde, Deus abre totalmente o seu coração. É esta humildade que a Virgem Maria exprime no cântico Magnificat: “Olhou para a humildade da sua serva […] de geração em geração a sua misericórdia para aqueles que o temem” (Lc 1, 48. 50). Que ela nos ajude, nossa Mãe, a rezar com coração humilde. E nós repitamos por três vezes, aquela bela oração: “Ó Deus, tenha piedade de mim pecador”.

domingo, 29 de maio de 2016

Os Catequistas Unidos estão em festa!!!

No próximo dia 03 de junho o grupo Catequistas Unidos estará comemorando seu 5º aniversário. 
Como parte dessa comemoração, preparamos um vídeo para que você possa conhecer um pouco da nossa ação de Evangelização... Vamos assistir???

 
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